Delegação brasileira da Central de Adubos visitou o Chile para conhecer as experiências com uvas de mesa da ANASAC

No contexto do recente registro no Brasil de Tela de frutas, Cianamida da Anasac no Brasil. Uma delegação da empresa Central de Adubos visitou o Chile para conhecer de perto as experiências de gerenciamento de uvas de mesa e o trabalho que a empresa está realizando. ANASAC está sendo desenvolvido em conjunto com produtores nacionais. A atividade foi orientada por Mauricio Flores, Gerente de Culturas para uvas de mesa e cerejas, ANASAC, que acompanhou os visitantes entre os dias de 2 e 4 de março.

A delegação era composta por oito representantes brasileiros, incluindo membros da Adubos Central e consultores técnicos na área de Petrolina, O principal centro de produção de uvas de mesa do Brasil:

  • Lucas Jobim Jordão - Diretor Comercial da Adubos Central.
  • Manoel George de Souza Rodrigues - Consultor agrícola.
  • Francisco Jubilino Cavalcanti Neto - Consultor e produtor agrícola.
  • Lubarino de Souza Jandielton - Produtor e consultor agrícola
  • Fabio Gomez - Consultor e produtor agrícola.
  • José Roberto dos Santos - Consultor agrícola.
  • Felipe dos Santos Pereira - Consultor agrícola.
  • Maurício Blumetti de Oliveira - Gerente de Marketing, Central de Adubos.

Realidades de produção muito diferentes

Flores explicou que o intercâmbio foi particularmente interessante devido às diferenças entre os sistemas de produção dos dois países.

“Na região de Petrolina, as plantas podem produzir duas ou até três safras por ano, porque o clima permanece estável, com temperaturas entre 20 e 35 °C durante todo o ano. Isso significa que as plantas não têm uma dormência profunda como no Chile”, disse ele.

Nesse contexto, os produtores brasileiros têm de induzir artificialmente a queda de folhas e a brotação, o que causa estresse severo nas plantas. Por esse motivo, as ferramentas de gerenciamento fisiológico, como Tela de frutas, A importância do sistema de produção nesse sistema de produção é muito importante.

Ao contrário do Brasil, onde a produção é distribuída ao longo do ano, no Chile o setor precisa concentrar sua colheita em alguns meses.

“Temos que colher praticamente toda a nossa produção em quatro meses, enquanto eles produzem continuamente durante todo o ano”, explicou Flores.

Visita a campos produtivos

Durante os dois dias de atividades, a delegação visitou diferentes campos para observar o manejo de variedades e as experiências com os produtos da ANASAC.

A primeira parada foi Agrícola La Florida, onde conheceram um pomar de 80 hectares de áreas intocadas, uma uva branca de nicho com altos retornos comerciais e um sistema de marketing exclusivo.

Em seguida, eles visitaram o Antigo convento, onde foram recebidos por Enrique Turri, O proprietário do campo. Lá eles puderam observar variedades modernas, como Autumn Crisp, Sweet Globe e Sweet Celebration, A alta qualidade das frutas presentes nos pomares foi destacada.

“Eles ficaram muito impressionados com o tamanho e a qualidade das frutas que viram no Chile”, disse Flores.

No segundo dia, a excursão continuou no Região de O'Higgins, com visitas ao Dole em São Vicente, onde encontraram variedades como Sweet Globe, Autumn Crisp, Jack Salute e Scarlotta. Eles foram recebidos por Luis de Luca, Administrador Agrícola da Dole Chile, que apresentou o gerenciamento de produção associado a esses materiais.

Inovação e redução de resíduos

Um dos destaques da turnê foi a visita ao Estação experimental de Chucao, do consultor Gabriel Marfán, onde a ANASAC tem aproximadamente três a quatro anos desenvolvimento de testes com produtos bioracionais.

Lá, foi apresentado um artigo que avalia três programas de gerenciamento fitossanitário com diferentes níveis de resíduos:

  • programa de desperdício zero
  • programa de três resíduos
  • programa padrão de SETE RESÍDUOS (padrão de campo)

“Na sexta região, a produção normalmente se move entre 7 e 8 resíduos, e nosso objetivo era explorar até onde podemos reduzi-los sem comprometer a produção ou a qualidade da fruta”, explicou Flores.

Os resultados preliminares mostraram projeções muito positivas, Isso abre oportunidades para avançar para programas de gerenciamento mais sustentável.

Proximidade com os produtores

Um dos aspectos que mais chamou a atenção dos visitantes foi o relacionamento da ANASAC com os produtores locais.

“Eles nos disseram que ficaram muito surpresos com a proximidade que temos com os produtores e que os próprios proprietários dos campos participaram diretamente das visitas”, disse Flores.

Intercâmbio técnico e divulgação

Durante as visitas, os representantes brasileiros também demonstraram grande interesse em questões como:

  • manejo de hormônios em novas variedades
  • uso de extratos de algas marinhas para o controle do estresse
  • estratégias de carga de produção
  • gerenciamento fisiológico em diferentes sistemas de produção

Conhecendo o processo de formulação na fábrica da ANASAC em Lampa

Na quarta-feira, a delegação visitou o Planta da ANASAC em Lampa, Os visitantes puderam conhecer em detalhes o processo de formulação do produto, bem como os padrões técnicos e operacionais que fazem parte do desenvolvimento das soluções da empresa. Durante a visita, os visitantes também tiveram a oportunidade de conhecer os recursos e as instalações de produção da ANASAC.

A atividade reforçou o intercâmbio técnico entre as equipes chilena e brasileira e permitiu conhecer em primeira mão o trabalho que apoia o desenvolvimento de ferramentas destinadas a melhorar o manejo fisiológico e produtivo das culturas.

Essa visita faz parte de um processo mais amplo de colaboração técnica entre ANASAC e Adubos Central, com o objetivo de fortalecer o posicionamento de soluções como Tela de frutas em sistemas de produção tropical.

Lançamento do Fruitscreen no Brasil

Tela de frutas, A cianamida da ANASAC, que entrou recentemente no mercado brasileiro, será lançada oficialmente junto com Central de Adubos o próximo 26 de março em Petrolina, principal área produtora de uvas de mesa do Brasil. Com esse marco, as duas empresas estão buscando consolidar o produto como uma ferramenta fundamental para a produção de uvas de mesa no Brasil. indução de brotação e manejo fisiológico da videira em condições tropicais, Isso fortalecerá a colaboração tecnológica entre o Chile e o Brasil.

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